quinta-feira, 10 de julho de 2008


“As pessoas escrevem o que vivem”. Será mesmo? Que doces seriam nossas vidas se todas as palavras do papel fossem um básico “auto-retrato” . Ou que amargos seriam nossos dias se fossem como tudo que escrevemos. As pessoas escrevem o que sentem e não necessariamente o que vivem... As palavras devem ter vida própria e para isso precisam ser sentidas antes de escritas. Eu amo e sou devota às letras, à incrível junção das sílabas que faz com que algumas vogais e consoantes expressem os mais inacreditáveis sentimentos ou sons. É incrível! É poderoso. Você faz o que quiser, você é quem quer ser, você diz o que quer dizer graças a um aglomerado de letras. E se você quiser “auto-retratar” a sua vida, não há nada que impeça. Se quiser viver um sonho, ninguém vai te acordar. Se você quiser ser uma princesa, um rei, um assassino ou quem sabe uma prostituta, você será e não vai precisar se vender para isso. Por que no mundo da escrita, tudo é possível, tudo acontece, tudo se vive e o mais importante, tudo se sente! Com um lápis e um pedaço de papel, eu posso conquistar o mundo e isso não é só força de expressão.

3 comentários:

Pantoja disse...

ta bom, ta bom, eu me rendo... mas nany.. para sentir é preciso viver... ou querer viver... ou nao querer viver.

para mim, as pessoas podem se transformar sim em personagens que, pelas experiencias da vida, desejam algo diferente do que na realidade é acostumado a viver.

para mim, é a experiencia que da gosto ao sentimento ou forma.. bjs

lisiê. disse...

na verdade, acho que esse universo das palavras é o nosso universo subconsciente. pra alguns mais explicitamente, pra outros nem tanto. mas, para todos, uma essência de si mesmo nas proporções que desejar.

leonardo disse...

De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas
no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.